Televisão 19-08-2007
O Movimento de novo aos olhos da TV:
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No Telejornal do canal 1 do serviço público por volta das 20:11 (assim como em repetição no Jornal2 do 2º canal) apresentou-se a notícia com MAI ordena investigação à destruição de uma plantação de milho transgénico em Silves. Na introdução de Judite de Sousa falou-se que o Ministério da Administração Interna pediu ao Ministério Público uma investigação aos incidentes. O Movimento responsável pela destruição de uma parte do campo considera desproporcional esta posição e que apenas lutaram pelos interesses das pessoas.
Na peça mostra-se o comunicado do MAI e do ministro Rui Pereira: “inaceitável qualquer acto de violência ou de destruição de bens patrimoniais alheios, que configura um ilícito criminal”, e mais à frente que “as medidas tendentes a repor a ordem pública, defendendo pessoas e bens com respeito pelos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade que regem a acção da polícia”
O porta-voz do movimento, diz que “há uma atitude desproporcionada perante aquilo que foi uma acção pacífica” e salienta que no comunicado da GNR é indicado que os activistas dispersaram imediatamente após a acção sem violência. Se a houve foi por parte dos agricultores.
O PSD criticou a “atitude passiva das autoridades”
Diz-se que os militares da GNR identificou 6 participantes “ligados à organização do movimento”.
Depois mostra-se Macário Correia, presidente da Junta Metropolitana do Algarve, como um dos primeiros a condenar o que se passou em Silves. Ele fala em “vandalismo”, “dúvidas sobre os transgénicos, mas que cabem à comunidade científica verificar”.
De seguida informa-se que “Miguel Portas foi até ao momento o único dirigente político a apoiar o movimento” através do seu blog. Lá manifesta simpatia para com o gesto que apelidou de desobediência civil ecológica. Diz que o acto teve o mérito de lançar o debate sobre os transgénicos em Portugal
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